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Sopas e Vinhos: Um Desafio de Harmonização

Quando a temperatura começa a descer e a procura por certas opções gastronômicas aumenta, é comum recebermos a pergunta: como harmonizar sopas e vinhos?

O desafio nessa combinação está, principalmente, em dois fatores: textura e temperatura. Ninguém quer comer sopa fria, e a temperatura e a condição líquida no alimento criam uma certa incompatibilidade com a harmonização. Mas isso nada mais é do que um desafio a ser superado, e nós adoramos esse tipo de proposta! Vamos começar então definindo alguns estilos de cremes, caldos e sopas mais requisitados, e como criar uma harmonização satisfatória com cada prato:

Sopa de Legumes:

Vamos começar pelas mais populares sopas claras e com legumes. Um vinho tinto leve pode ser utilizado para criar uma deliciosa experiência com essa combinação. Opte por Merlot ou Pinot Noir para não ter erro!

Pinot Noir na Costi
Merlot
na Costi

Caldo de Feijão:
Apreciado em todo o Brasil, o caldinho de feijão é cremoso, picante e frequentemente dotado de uma textura diferenciada. Escolher um vinho e de boa acidez, como Carménère e Tempranillo, são pares ideais para este prato.

Carménère na Costi
Tempranillo na Costi

Canjiquinha:

Cremosa e de leve sabor defumado, esse prato untuoso interage bem com vinhos de taninos macios e corpo médio. Você encontra opções variadas para esta função em nossa seção de Cabernet Sauvignon.

Cabernet Sauvignon na Costi

Caldo Verde:

Geralmente bem encorpado, esse creme traz uma variedade de legumes na composição e apresenta sabor levemente herbáceo. Vinhos de corpo médio e levemente frutados (cuidado com exageros) são uma boa pedida aqui.

Vinho Catedral Dão na Costi
Vinho Sogno Di Ulisse Montepulciano

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Vinho

Fondue: 7 vinhos para acompanhar o melhor prato de inverno

Ainda temos alguns dias frios pela frente, e nada melhor do que aproveitar as noites mais fresquinhas com um delicioso e fumegante fondue. Mas a dúvida em relação à escolha de qual vinho utilizar como acompanhamento deste prato surge quando levamos em consideração os detalhes e complexidades do fondue: sua textura, temperatura e versatilidade fazem dele um prato pouco convencional (tanto em sua versão doce quanto salgada). Por isso, vamos dividir nossas sugestões entre estas duas variedades:

Fondue Salgado:

Escolhemos duas variedades de fondue salgado para servir de base para nossa harmonização: queijo e carne. Estas duas opções costumam ser as mais populares, e também nos oferecem maior variedade de exploração dos rótulos. 
Para o Fondue de queijo, o toque mais leve de um Valduga Gran Reserva Chardonnay ou um Casas del Bosque Sauvignon Blanc vão lhe proporcionar uma fidelidade maior de sabor no prato. Porém, se você pretende experimentar com queijos de sabor mais intenso, nossa sugestão é um marcante Alma Negra Pinot Noir para tirar o máximo de potencial dessa combinação.

Já para as carnes, a variedade de espécies e cortes abre um leque muito grande de opções, onde a combinação perfeita requer uma análise mais aprofundada. Mas, se você não sabe ao certo o tipo de carne que será servida no fondue e quer sair na frente, sugerimos a escolha de um italiano Papale Primitivo di Manduria ou jovem Miolo Terroir Merlot. Essas opções oferecem uma experiência satisfatória com quaisquer que sejam as carnes servidas. 

Fondue Doce:

A textura e a quantidade de açúcar na versão doce do fondue se desafios que costumam pegar até mesmo alguns connoisseurs de surpresa. Se o seu plano é harmonizar com fondue, comece pensando no chocolate: opte por aqueles que possuem 60% ou mais de cacau.

Agora é a hora de escolher o vinho: a combinação clássica é apostar em um vinho do porto, e a nossa sugestão para tal é o novo Porto Messias 10 Anos. Mas se você quiser fugir do óbvio e explorar com uma combinação ligeiramente diferente, experimente um Miolo Terranova Late Harvest.

E, claro, não deixe de nos contar como foi sua harmonização! Estamos curiosos para saber o que você achou 🙂 

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Outras Bebidas

O que é garrafada?

Você pode não saber o que é garrafada, mas com certeza viu a trajetória de popularidade da Catuaba nos últimos anos. Uma bebida marginalizada, que saiu do bloco de carnaval para os menus de bares e restaurantes. Catuaba é, na verdade, o nome da casca de uma raiz que compõe o drink através de infusão em vinho ou cachaças e a adição de outras ervas. Essas bebidas compostas com infusão de plantas e ervas são popularmente conhecidas como garrafadas, parentes dos já famosos bitters e vermutes.
Através da popularidade da Catuaba muitas outras bebidas também tem ganhado novos apreciadores, e esse estilo nacional ganha cada vez mais força. A Catuaba Selvagem, aquela clássica, você encontra na loja virtual da Costi Bebidas Clicando AQUI.
Adicione ao carrinho sem medo de ser feliz! Muitos drinks novos estão surgindo com essa bebida como base, e as possibilidades são infinitas para quem tem o preparo de drinks como hobby. Divirta-se, acima de tudo.
Existem outras bebidas no estilo das garrafadas que você gostaria de ver em nossa loja? Não deixe de nos contar nos comentários!

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Destilado

“Jack Daniel’s refrescante”: receita de Drink!

Atenção, amantes dos drinks: a dica de hoje é uma receita de drink refrescante com Jack Daniel’s! Quem acha que whiskey só serve para a elaboração de drinks mais encorpados vai se surpreender com o resultado dessa mistura.
Para o drink ficar perfeito, você vai precisa de uma garrafa de Jack Daniel’s Honey, uma versão especial e um pouco mais adocicada do Jack. Você pode encontrar o Jack Daniel’s Honey na loja virtual da Costi Bebidas CLICANDO AQUI.
Primeiro, encha um copo alto com gelo em cubos.
Em seguida adicione 50ml do Jack Daniel’s Honey.
Cubra a bebida com 30ml de suco de limão siciliano,
e complete o drink com 100ml de água com gás ou refrigerante de limão.
Misture bem, deguste, e orgulhe-se da nova descoberta! Um drink refrescante à base de Jack Daniel’s para chamar de seu 🙂
Se você é um entusiasta dos drinks e não vai deixar passar a oportunidade de experimentar esse drink com Jack Daniel’s, não deixe de vir nos contar na seção de comentários o que você achou!

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Vinho

O que é o tal “Vinho Natural?”

Há alguns anos uma tendência de “Vinhos Naturais” vem surgindo no mundo todo. Uma parcela expressiva de negócios que possuem relação com o vinho hoje, inclusive, são dedicados a esse nicho. Mas que tipo de característica um vinho precisa ter para ser considerado um Vinho Natural, e porque esse ainda é um assunto polêmico?
Primeiramente, não existe um consenso entre o que faz ou não um vinho ser considerado Vinho Natural. Ou seja, essa nomenclatura não indica que os vinhos que você tem bebido durante toda a vida não sejam naturais. Ela apenas se refere que os responsáveis pela produção do vinho possuem um compromisso de não utilizar pesticidas, herbicidas ou fungicidas em suas uvas, focando os seus esforços em tornar o processo o mais “orgânico” possível.
Vale a pena lembrar que muitos vinhos clássicos já seguem esses padrões de produção, porém só não existia a preocupação de tornar essa informação conhecida. Ao mesmo tempo que o chamado Vinho Natural ainda é um assunto relativamente novo e não possui definições muito concretas, a existência do termo por si só beneficia os debates no mundo dos vinhos e incentiva a comunidade a explorar novas áreas e produzir vinhos cada vez melhores.
Portanto, apesar das discussões em relação ao termo polêmico, todos só temos a ganhar com o espaço que o Vinho Natural tem conquistado! Agora, não deixe de explorar as prateleiras de vinhos da Costi Bebidas Clicando Aqui e conferir as novidades!

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Destilado

Você já ouviu falar em Whisky Fantasma?

Quando alguém menciona Whisky fantasma em uma conversa, quem não conhece o termo pode deixar a imaginação correr solta tentando descobrir o que isso de fato significa. Mas não se preocupe, porque a gente te explica direitinho:
O nome está diretamente associado ao novo lançamento da Johnnie Walker: o Johnnie Walker Blue Label Ghost and Rare Port. Esse é na verdade o segundo Whisky da linha Ghost and Rare, que tem como principal proposta trazer blends de whiskys de destilarias já há muito tempo desativadas, mas que ainda armazenam alguns barris de preciosidades.
Daí que vem o nome “whisky fantasma”, por utilizar na sua composição bebidas que não existem mais (em grande escala, pelo menos). O novo Blue Label Ghost and Rare Port é uma homenagem a destilaria de Port Ellen, localizada em uma ilha da Escócia, e que foi desativada em 1983. Além do whisky de Port Ellen, o Ghost and Rare Port traz ainda em seu blend mais dois whiskys de destilarias fantasmas, e ainda cinco puros maltes raros.
Quem tiver interesse no novo rótulo precisa se planejar bem antes de fazer a aquisição, porque a nova edição limitada tem preço estimado de R$1.500,00 reais a garrafa. Ainda não há previsão para a chegada deste produto em nossa loja, mas você pode ficar de olho nos whiskys à disposição Clicando Aqui.
E você, já passou pela experiência de degustar um Whisky Fantasma? Conte pra nós nos comentários!

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Outras Bebidas

Desafio dos 10 anos: Quais vinhos passam?

Poucos são os vinhos elaborados com o objetivo de fazer parte de uma adega por períodos longos. A maior parte dos vinhos hoje em dia, e praticamente todos os de entrada, são feitos para consumo breve.
 
Isso não quer dizer que a bebida precisa ser consumida imediatamente. A média de “validade” dos rótulos mais simples é de aproximadamente 2 a 5 anos, então você pode escolher a melhor ocasião durante este período.
 
Alguns rótulos, porém, são feitos para serem guardados, os chamados Vinhos de Guarda. Entre os mais populares estão os Bordeaux franceses, alguns Brunello italianos e até rótulos de Vinho do Porto português.
Brunello di Montalcino Barbi vinho de guarda
Mas porque guardar o vinho?
 
Antes de tomar essa decisão, é importante conhecê-lo. Se o vinho é muito ácido ou tânico para seu paladar, é possível que com o tempo ele venha a se suavizar. Mas um vinho que passa muito tempo guardado (notavelmente os que não são feitos para tal) acabam destituídos de seu sabor e aromas, portanto tome cuidado.